Quarta Junho 28 , 2017

Oficina de Observação de Aves

 Oficina de Observação de Aves

O Ecomuseu Municipal do Seixal, em parceria com a Liga para a Protecção da Natureza, vai realizar, no dia 13 de fevereiro, pelas 14h, uma Oficina de Observação de Aves, onde estará em destaque um dos mais importantes espaços naturais protegidos do concelho do Seixal, o sapal de Corroios. Para além da sua biodiversidade, destaque ainda para a relação que o mesmo mantém com o património edificado aí existente, em particular o Moinho de Maré de Corroios, onde os participantes poderão realizar uma visita guiada, incluída na oficina.
As inscrições estão abertas através do email Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ou pelo telefone 210 976 112.

 

Molinum nº50 - Dezembro 2015

Molinum - Revista Digital de ACEM - nº50 - Dezembro 2015

Já está disponível o novo número da Revista Digital MOLINUM produzida pela ACEM - Asociación para la Conservación y Estudio de los Molinos - datada de Dezembro de 2015 e subordinada ao tema "Tecnología hidráulica en abadías".

Faça download no link seguinte:

MOLINUM nº 50 - Dezembro 2015

 

PALHA - Centro de Etnotecnologia e Design

 Palha - Centro de Etnotecnologia e Design - Golães, Fafe

 Palha - Centro de Etnotecnologia e Design - Golães, Fafe

PALHA - Centro de Etnotecnologia e Design

Inaugura no próximo domingo 15NOV às 15h00 em Golães - Fafe


APAREÇA - DIVULGUE PELOS SEUS CONTACTOS

Conceito e Missão

O centro de Etnotecnologia e Design PALHA de Golães, é uma estrutura do Município de Fafe, Junta de Freguesia de Golães, vocacionada para a interacção em rede, com a missão de recuperar a tradição da palha, nas vertentes principais técnica e económica e complementares, social, cultural e de lazer, educativa e turística, integrando-a em novos produtos e serviços de valor acrescentado, não agressores do ambiente, promovendo a integração comunitária e intergeracional, os artesãos locais e a criação de emprego jovem qualificado associada a projectos empreendedores e alargando o mercado, tradicionalmente reduzido, de colocação da palha.

Em Fafe o saber do ofício da palha encontra-se preservado , e activo em alguns artesãos, os campos de centeio existem assim como a semente seleccionada ao longo de séculos para centeio produtor de palha ferrã.
Por outro lado, existem na região próxima e no país, no sector de produção de mobiliário e equipamento com potencial de colocação em larga escala/exportação e fortemente consumidor de produtos de forma e material inovador.
Em suma, há saber fazer tradicional e matéria prima escalável. Falta a inovação e transposição para o consumo actual e mercados. Essa inovação será introduzida pela criatividade de designers através de concursos de ideias orientados para o mercado, industria e distribuição.

O centro surge da iniciativa da Junta de Freguesia de Golães no sentido de reabilitar e refuncionalizar a Escola EB1 de Pequite, que estava desactivada, tendo contactado a Etnoideia para a concepção e desenvolvimento de um projecto nesse sentido. O potencial e marca territorial da Palha facilitaram a tarefa quanto à escolha do tema. A visão da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Fafe viabilizaram a ideia e criaram condições para uma intervenção arrojada, morna e ambiciosa nos seus objectivos.

Na realidade este centro, de iniciativa e investimento local, enquadra-se também numa outra escala de actuação, no Centro Nacional de Etnotecnologia e Design. Uma rede em desenvolvimento concebida pela Etnoideia para a regeneração dos produtos e artes e ofícios tradicionais de excelência com cobertura nacional, estratégia, processos de inovação, comunicação e marketing comuns, designada por Centro Nacional de Etnotecnologia e Design. Trata-se de uma estrutura polinucleada de unidades temáticas independentes em cooperação e sinergia designadas por "PRODUTO" - Centro de Etnotecnologia e Design de "Localidade".
PALHA - Centro de Etnotecnologia e Design de Golães é o primeiro destes centros locais que se inaugura por iniciativa da Junta de Freguesia de Golães e da Câmara Municipal de Fafe, tendo o seu programa, conteúdos e execução museográfica a cargo da Etnoideia. Estão actualmente em desenvolvimento os CED LINHO, PAPEL, FARINHA, PÃO E LÃ.

Os Centros de Etnotecnologia e Design são centros de recuperação de artes e ofícios tradicionais com potencial de adaptação a novos mercados e tendências e com capacidade local de regeneração de fileira.
Uma espécie de regeneração, ou reinvenção, das Artes e Ofícios Tradicionais fazendo a ponte entre o passado e a actualidade.

Trata-se de um conceito inovador e de uma estratégia de construção amplamente participada, que começa a produzir os seus primeiros frutos e que promete um contributo decisivo para evitar a extinção de muitos dos saberes, bio e cultodiversidade do nosso país.

   

III Encontro Nacional de Molinologia

 

Moinhos 2015' - III Encontro Nacional de Molinologia

 

Moinhos' 2015

III Encontro Nacional de Molinologia

Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha

Dias 7 e 8 de Novembro de 2015

O III Encontro Nacional de Molinologia realiza-se nos próximos dias 7 e 8 de Novembro de 2015 em Albergaria-a-Velha, contando com o apoio e co-organização da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, no âmbito das comemorações dos 180 anos do Município. É uma iniciativa da Rede Portuguesa de Moinhos, aberta a todas as pessoas e instituições que promovem o conhecimento, preservação e viabilização dos moinhos tradicionais portugueses.

INSCRIÇÕES ABERTAS

Inscreva-se acedendo ao link em cima apresentado e envie o boletim preenchido (páginas 7 a 9) para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar


O que é a Rede Portuguesa de Moinhos?

A Rede Portuguesa de Moinhos é um espaço de encontro de pessoas e instituições que de alguma forma conhecem, estudam, possuem, exploram, recuperam ou promovem a reutilização dos moinhos tradicionais portugueses.

A Rede foi criada pela Etnoideia em 2006 e abrange cerca de duas centenas de participantes activos de 58 Municípios do continente e ilhas. Conta entre os seus membros com Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia, Escolas, Associações de Desenvolvimento, Associações Culturais e de Defesa do Património, Museus, Investigadores, Empresários, Curiosos, Moleiros, Estudantes e entusiastas dos moinhos e do património rural.

Funciona em articulação estratégica com a TIMS – The International Molinological Society (Sociedade Internacional de Molinologia), proporcionando um interface entre as duas redes, nos níveis nacional e internacional, dando acesso a conexões efectivas com pessoas, organizações e redes nacionais em mais de trinta países em todo o mundo.

Um dos principais objectivos da rede é a afirmação do património Molinológico Português como uma mais-valia para o desenvolvimento regional e local, designadamente nas áreas-chave da cultura, educação, empreendedorismo e valorização e promoção turística sustentável e de qualidade.

De entre as suas actividades, destaca-se, anualmente, desde 2007, a realização do Dia dos Moinhos Abertos de Portugal. Trata-se de uma iniciativa de grande abrangência territorial e que envolve a colocação de um número crescente de moinhos tradicionais, em funcionamento simultâneo durante um dia, visitáveis e abertos a todos. A iniciativa, que se tornou viral, é fortemente mediatizada e pretende atingir um impacto duradouro e reforçado a cada ano na salvaguarda dos moinhos portugueses, o que fica patente no crescimento sustentado das participações. No corrente ano, participaram nos Moinhos Abertos 327 moinhos (mais 47% que em 2014) em 141 núcleos moageiros de 17 Distritos em 64 Municípios do Continente e Região Autónoma dos Açores.

Porquê o Encontro?

Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes ativos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendo as importantes funções educativa, de lazer e de interação e coesão social.

No entanto, o declínio do interior, acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património, que importa colocar de novo em valor.

Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspetiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2020, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e ativação de processos de desenvolvimento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.

Programa

O III Encontro Nacional de Molinologia desenvolve-se em duas vertentes.

Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa, criando condições para a capitalização destes saberes ao serviço do desenvolvimento, não deixando que se perca o que têm de único e autêntico nas diferentes culturas regionais.

Por outro lado, o encontro centrar-se-á na reflexão-acção conjunta através do desenvolvimento de projectos viáveis de reabilitação e valorização de moinhos tendo em vista a intervenção imediata e urgente.

Esta segunda vertente desenvolve-se no âmbito do Workshop “Já – Viveiro de Projectos”, através de uma metodologia inovadora em que os empreendedores (instituições públicas ou privadas, indivíduos, activistas associativos, empreendedores sociais e/ou de negócio) apresentarão as suas ideias de projectos de reabilitação e refuncionalização de moinhos e as mesmas serão desenvolvidas em ambiente de comunidade de prática e posteriormente acompanhadas pela Etnoideia até à sua concretização efectiva.

 

Jorge Miranda

Rede Portuguesa de Moinhos

The International Molinological Society


Comunicação Social

Coordenador do Encontro (965861567)

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Secretariado e Informações:

SEDE

Etnoideia - Solar do Morgadio
Rua Principal 21, Rojão Pequeno
3440-226 Santa Comba Dão
A/C Ana Brito
Tlf: +351 232 882 219
Tlm: +351 917 409 478
www.etnoideia.pt
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ESCRITÓRIO


Etnoideia - Lisboa
Oeiras Golf & Residence
Rua Sacrovir Moreira, 29
2730-287 Barcarena
A/C Paulo Lopes
Tlf: +351 214 324 358
Tlm: +351 960 120 335
www.etnoideia.pt
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Ceifa e Descamisada - Museu da Farinha

 Ceifa e Descamisada do Milho

O Museu da Farinha e o Grupo de Animação Cultural de São Domingos organizam no dia 5 de setembro uma ceifa e descamisada do milho semeado em abril.

A ceifa far-se-á de manhã cedo e a descamisada a partir das 18,30h, no quintal do Museu, com os respetivos cantares e histórias de trabalho. Haverá um lume no chão onde serão confecionadas papas de milho e se assarão linguiças.

Quem quiser participar na refeição terá de se inscrever nos locais publicitados no cartaz.

Venha viver o antigamente em tempo real!

   

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