Quarta Outubro 20 , 2021

JORNADAS IBÉRICAS DE MOLINOLOGIA - 24 e 25 de Setembro de 2021

 Dia Nacional dos Moinhos e Dias dos Moinhos Abertos

JORNADAS IBÉRICAS DE MOLINOLOGIA - 24 e 25 de Setembro de 2021

Uma Iniciativa com o apoio da Rede Portuguesa de Moinhos

A organização das 1.as Jornadas Ibéricas de Molinologia resultam de uma iniciativa conjunta entre a Câmara Municipal de Lousada e o Grupo Património da Arquitetura, da Cidade e do Território (CEAU-FAUP), que visa a divulgação científica e de boas práticas para a valorização patrimonial e a reabilitação funcional do Património Molinológico.

Com este objetivo, estarão reunidos em Lousada um grupo de investigadores portugueses e espanhóis, com trabalhos e estudos realizados no âmbito da História, da Geografia, da Arquitetura e da Etnografia, com o intuito de partilhar as suas experiências.

Este encontro científico será divido em dois painéis temáticos: HISTÓRIA, PATRIMÓNIO E PAISAGEM e REABILITAÇÃO DO PATRIMÓNIO MOLINOLÓGICO.

Estão programadas oficinas temáticas destinadas à realização de diversas experiências relacionadas com a história, a função e a tecnologia dos moinhos tradicionais.

 

Apresentação da obra

Moinhos de Água. Paisagem, Território e Património.


Local

Auditório da Biblioteca Municipal de Lousada

 

Inscrições

Através do preenchimento deste formulário ou diretamente na CML.

Lotação (máx.): 50 pessoas

 

Preço

20€ (público em geral)

50% desconto para estudantes e membros das entidades parceiras

(este valor inclui a participação em duas oficinas e a oferta da obra Moinhos de Água. Paisagem, Território e Património)

 

Pagamento através de transferência bancária

IBAN PT 50 0018 0000 51509400020 52

SWIFT/BIC: TOTAPTPL

O comprovativo da transferência bancária deverá ser enviado para o correio eletrónico Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar , identificando o evento e o nome do(s) participante(s).

 

Observações

A inscrição apenas será confirmada após a concretização do pagamento.

A desistência da atividade deve ser realizada com uma antecedência mínima de 48 horas.

Não são efetuadas devoluções após este período.

As devoluções relativas a desistências serão realizadas no prazo máximo de três semanas.

Serão cumpridas as medidas preventivas da Covid-19.

 

Contactos

Cristiano Cardoso (Gabinete do Património e Arqueologia)

Tel.: +351 255820500

Correio eletrónico: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

Dia Nacional dos Moinhos - 7 de abril de 2021

 Dia Nacional dos Moinhos 2021

MOINHOS “ABERTOS” - 2021

7 de Abril (quarta feira) – Dia Nacional dos Moinhos

É já na quarta feira: Os moinhos voltam a moer em todo o País!

 

Depois do adiamento de 2020, entrados no segundo ano de confinamento, não poderíamos deixar de encontrar alternativas para assegurar a comemoração de um dia, caro a tantos portugueses e portuguesas, dedicado a um dos maiores ícones identitários das nossas comunidades e territórios.

Todos os anos (e já vamos na segunda década) os nossos moinhos juntam moleiros, proprietários, vizinhos e comunidades em reparações e atividades festivas que  prolongam a sua vida útil e reafirmam o carinho que coletivamente nutrimos por eles e plo que significam para todos nós.

Em 2019, última celebração dos Moinhos Abertos antes dos confinamentos, conseguimos em conjunto 353 moinhos abertos e mais de 30.000 visitantes. Em 2020 fomos forçados a adiar, primeiro, e a cancelar, depois.

Em 2021, o sentido de responsabilidade obriga-nos ainda ao recato mas a vontade de voltar aos moinhos, de relembrar ao país a sua importância e de recolocar um sorriso nos nossos acarinhados moleiro,  faz-nos pedir aos Moleiros que ponham os moinhos a moer e à Comunicação Social que noticie esta ação de comemoração do Dia Nacional dos Moinhos.

Este ano, moleiros e entusiastas de todo o país, vão colocar simbolicamente os moinhos em funcionamento,  sem visitantes mas exibindo velas, rodas e rodízios em pleno funcionamento, para dizer presente e mostrar a força viva deste Património!

Juntamos em anexo o cartaz da iniciativa deste ano  e enviamos abaixo uma sinopse do que é o Dia Nacional dos Moinhos e a iniciativa Moinhos Abertos, neste ano comemorado de forma peculiar, mas, ainda assim, comemorado!

 

COMO PARTICIPAR?

Basta colocar o seu moinho em funcionamento. No caso dos moinhos de vento, de velas abertas se não houver vento,

Imprima o cartaz em anexo e coloque-o em local visível do moinho

Tire  uma foto ou vídeo muito curto,  divulgue-o no Facebook e partilhe por todos os seus contactos. Não se esqueça de publicar também no Facebook da Etnoideia para que possamos compilar todos os participantes.

Não receba visitas no moinho para evitar quaisquer riscos de contágio. Explique isso a quem eventualmente aparecer.

 

No dia 7 sintonize a TSF, que é nossa parceira este ano e dedicará o dia 7 aos Moinhos de Portugal, seja em noticiários, crónicas e apontamentos de reportagem simbolicamente feitos entrevistando moleiros profissionais de moinhos de vento e água, ainda em laboração, em 3 regiões:

Centro/Norte – Moinho da Quinta da Areia (Mira)
Moleiro: Sr. Manuel
TSF: manhã, depois das 9h30
Sul – Moinho do Cerro dos Moinhos Juntos (Odemira)
Moleiro: Sr. José Guilherme
TSF: tarde, depois das 15h00
Centro – Moinho da Bordinheira (Torres Vedras)
Moleiro: Sr. Joaquim Constantino
TSF: tarde, antes das 18h00
REPETE AO SÁBADO, dia 10:
Centro/Norte – Moinho da Quinta da Areia (Mira)
Moleiro: Sr. Manuel
TSF: manhã, depois das 8h00
Centro – Moinho da Bordinheira (Torres Vedras)
Moleiro: Sr. Joaquim Constantino
TSF: manhã, depois das 9h00
Sul – Moinho do Cerro dos Moinhos Juntos (Odemira)
Moleiro: Sr. José Guilherme
TSF: tarde, depois das 16h00

Através deles homenageamos os moinhos e moleiros de todo o país!

 

Jorge Miranda

Coordenador nacional da iniciativa

96 586 1567

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Porquê os Moinhos?

Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes ativos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendo as importantes funções educativa, de lazer e de interação e coesão social. No entanto, o seu declínio acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património.


O que é e o que faz a Rede Portuguesa de Moinhos?

Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspetiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2030, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e ativação de processos de desenvolvimento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.

A Rede Portuguesa de Moinhos foi fundada em 2007 pela Etnoideia no âmbito da sua ação da responsabilidade social e sustentabilidade, e rapidamente cresceu pelo país como um grande movimento de cidadania, aberto a todos e amplamente inclusivo, que envolve desde moleiros, proprietários de moinhos, profissionais de moagem, curiosos, ativistas e instituições associativas, cooperativas e do estado, autarquias, museus, universidades, escolas, grupos informais, conselhos diretivos de baldios, comissões de festas, etc.

A Rede Portuguesa de Moinhos prossegue uma dupla missão: Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por outro, o estímulo e reflexão conjunta de projetos de desenvolvimento envolvendo a reabilitação e valorização de moinhos tradicionais em Portugal.


O que é e para que serve o “Dia Nacional dos Moinhos e os Moinhos Abertos”?

O conceito desta atividade é extremamente simples :Fazer funcionar em simultâneo e abrir ao público para acesso livre tantos moinhos quantos for possível em todo o país!

Moinhos Abertos é uma iniciativa de alcance nacional e ampla divulgação com o objetivo de chamar a atenção dos Portugueses para o inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, molinólogos, entusiastas e amigos dos moinhos.

Esta iniciativa promovida pela Etnoideia tem o apoio da TIMS, Sociedade Internacional de Molinologia, cujos membros não pertencentes à Rede Portuguesa são convidados a aderir e colaborar. A TIMS colabora ainda ao nível da divulgação internacional do evento por todo o mundo.

Os Moinhos contam com a participação ativa de inúmeros proprietários de moinhos, moleiros, entusiastas, investigadores, empresários, autarquias, museus… em todo o território nacional!.

Este dia, além de chamar a atenção para os moinhos tradicionais portugueses serve também para identificar problemas e oportunidades, germinar projetos e ideias, ou mesmo para levar a cabo pequenas beneficiações (limpezas, pinturas, consertos de coberturas, etc) com a participação de ativistas e visitantes que o pretendam, preservando os moinhos e criando dinâmicas em torno deles.

Mas este dia constitui também uma oportunidade única para aumentar o número de pessoas e instituições que constituem a Rede Portuguesa de Moinhos reforçando a sua implantação e representatividade nacional e, consequentemente, a sua capacidade de ação a favor dos moinhos tradicionais portugueses.

 

CANCELAMENTO - Moinhos Abertos 2020

 Cartaz Moinhos Abertos 2020

Car@s amig@s

No passado dia 11 de Março, perante a situação de calamidade pública em que o país se encontrava tomámos a difícil decisão de adiar a iniciativa Moinhos Abertos 2020 para 19 e 20 de Setembro, sujeita a confirmação previsivelmente no final de junho.

Tod@s sabemos o percurso da pandemia em Portugal e no mundo deste então, estando-se chegado ao início de junho com a esperança coletiva de um verão com grande redução  do numero de casos e levantamento generalizado de medidas mais gravosas. Infelizmente, o mês de junho não consolidou a tendência de descida, antes a inverteu e desde então a situação já motivou a criação de diferentes regimes de confinamento e estados de alerta ou calamidade em diferentes zonas do país, com uma preocupante evolução na zona mais populosa do país, a Região de Lisboa e Vale do Tejo, precisamente uma das que mais gente movimenta nos Moinhos Abertos.

Esperámos todo o mês de Julho pela evolução positiva da pandemia e por medidas de desagravamento que nos permitissem manter a programação dos Moinhos Abertos 2020. Infelizmente, elas não chegaram, sendo pelo contrário emitidos avisos e normativas extremamente rigorosas no que respeita a este tipo de eventos.

A este propósito o governo publicou a Resolução do Conselho de Ministros n.º 51-A/2020, de 26 de Junho, que entretanto não se alterou, com um conjunto de medias rigorosas e restritivas em nome do interesse nacional. Compete à  DGS a coordenação do combate à pandemia e a formulação dos respetivos protocolos e normativos e à ASAE a fiscalização e aplicação de penalidades e medidas de policia, de que destacamos, do artº 15 da dita RCM:

  • Podem realizar-se celebrações ou eventos, “desde que não implique uma aglomeração de pessoas em número superior a  20, 10 ou 5, consoante a situação declarada no respetivo local seja de alerta, contingência e calamidade, respetivamente salvo se pertencerem ao mesmo agregado familiar.
  • Devem ser respeitadas as orientações da DGS (em cada local, cujo integral conhecimento e informação será da responsabilidade dos organizadores)
  • Quando não existam orientações da DGS, os organizadores dos eventos devem observar, as regras de  ocupação, permanência e distanciamento físico, as regras de higiene.


(Um conjunto apertado e complexo de regras e meios logísticos difíceis de reunir na maioria dos moinhos, de que destacamos, no que respeita ao distanciamento físico, uma densidade máxima de 0,04 pessoas por m2, ou seja, contas feitas, no máximo 1 pessoa por  cada 25 m2 em simultâneo e garantias de higienização dentro e fora do moinho, sendo que a maioria dos nossos moinhos tradicionais não ultrapassa 10/12 m2)

  • O incumprimento destes imperativos legais acarreta pesadas consequências para os organizadores, de que destacamos:
  • ( art. 2º do DL 28-B/2020; a inobservância  das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico nos locais abertos ao público, definidas nas declarações das respetivas situações de alerta (20), contingência (10) ou calamidade (5); coima de (euro) 100,00 a (euro) 500,00 no caso de pessoas singulares, e de (euro) 1000,00 a (euro) 5000,00 no caso de pessoas coletivas  (artigo 3.º  do DL 28-B/2020)
  • A violação da obrigação do confinamento obrigatório, constitui crime de desobediência previsto e punido nos termos do artigo 348.º do Código Penal, com pena de prisão até 1 ano ou pena de multa até 120 dias.


Não pode a organização dos Moinhos Abertos 2020 ignorar estes factos e imperativos legais,  atraindo potencialmente consequências para os organizadores, ativistas, associações e proprietários de moinhos que em cada ano, de forma apaixonada, altruísta, autónoma e empenhada, concretizam uma imensa ação transversal a todo o território e dão vida aos nossos muito queridos moinhos. Muito menos poderemos ignorar o risco efetivo que poderia resultar dessa enorme ação para a saúde pública, bem supremo que todos reconhecemos.

Por toda a europa, iniciativas semelhantes foram canceladas neste verão pelos mesmos motivos por organizações similares à Rede Portuguesa de Moinhos.

Em Portugal os Moinhos Abertos ocorrem em mais de 350 moinhos espalhados pelo país, com atividades diversificadas de dimensão variável entre 10 e 150 pessoas, totalizando mais de 30.000 participantes pelo que, embora as orientações da DGS em matéria de eventos de massas sejam muito genéricas, os Moinhos Abertos terão sempre a dimensão global de um grande evento de massas, embora desconcentrado, mas localmente, com dezenas de moinhos ultrapassando mais de 100 pessoas, o que ocorre cada vez mais. Acresce que a maioria dos moinhos de propriedade municipal, associados a museus municipais, juntas de freguesia, parques de ar livre e zonas de lazer, se encontram ainda inativos sem receber público por determinação, compreensível, das respetivas autarquias.

Deste modo, não resta à organização senão o cancelamento definitivo dos Moinhos Abertos 2020, seguindo, naturalmente o curso tradicional de iniciativa em 2021 (assim o esperamos) com uma celebração reforçada do Dia Nacional dos Moinhos e dos Moinhos Abertos.

Não desistiremos de celebrar os nossos moinhos e de valorizar o património molinológico português enquanto símbolo da nossa identidade coletiva e importante ativo para o desenvolvimento sustentável do nosso país.

Até 2021, com os nossos moinhos em força!


Jorge Miranda

Coordenador Nacional da Iniciativa Moinhos Abertos

   

Dia Nacional dos Moinhos 2020

Hoje é Dia Nacional dos Moinhos e não quisemos deixar de assinalar a data.

Relembramos que a iniciativa foi adiada para 19 e 20 de Setembro de 2020 e contamos com todos para esta celebração.

DIA NACIONAL DOS MOINHOS 2020

 

ADIAMENTO - Moinhos Abertos 2020

 Cartaz Moinhos Abertos 2020

 

Car@s amig@s

Mais uma vez estamos a preparar os Moinhos Abertos e mais uma vez temos um conjunto notável de moinhos aderentes em todo o país, prometendo uma grande participação e êxito neste 14º ANO CONSECUTIVO da iniciativa Moinhos Abertos de Portugal.

Na sequencia das medidas de contingência adotadas pelas autoridades portuguesas, informamos que a iniciativa Moinhos Abertos 2020 será adiada para o fim de semana de 19 e 20 de Setembro próximo.

Desaconselhamos a realização de quaisquer atividades públicas nos próximos dias 4,5 e 7 de abril, as quais, a realizarem-se não deverão utilizar os símbolos e meios de comunicação dos Moinhos Abertos, que se encontra adiada. Disto mesmo será dada nota à comunicação social através de comunicado.

 

Trata-se de uma decisão fortemente ponderada dado o grande envolvimento das comunidades na mobilização dos seus moinhos e moleiros para esta grande iniciativa anual. A organização agradece profundamente o trabalho empenhado de todos os que, uma vez mais, se uniram para preparar um programa de grande qualidade e abrangência. Esperamos que seja possível manter as suas iniciativas locais nas novas datas e reforçar o impacto dos Moinhos Abertos neste ano atípico, no entanto não poderíamos ignorar o facto de anualmente juntarmos mais de 30.000 visitantes em mais de 350 moinhos de diferentes locais.

 

Manda a prudência e a sensatez que todos colaboremos com as autoridades em prol do bem comum para que possamos, juntos, ultrapassar este desafio nacional.

 

Mais informamos todos os organizadores locais que se mantêm válidas as fichas de inscrição já entregues à organização as quais serão objeto de confirmação previsivelmente no final de junho.

 

Até setembro, com os nossos moinhos em força!

 

Jorge Miranda

Coordenador Nacional da Iniciativa Moinhos Aberto

   

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